quinta-feira, 30 de junho de 2011

To be fiel or not to be fiel... That´s the question!

Conheci ele. Lindo, cheiroso, gostoso, sensível, atencioso, inteligente...
Ele viajou. Me deixou com gosto de saudade do doce da sua boca e das suas palavras.
Trocamos mensagens, ligações com conversas deliciosas durante algumas semanas e ...
Ai, ai... Os momentos agradáveis continuaram nos meus pensamentos, lembrando do que aconteceu, e criando expectativas para os nossos possíveis futuros encontros.


Silêncio.


Sumiço.


Zzzz....


Ele tem namorada. Sim, ele é comprometido.
Como assim Bial?


Nos reencontramos e ele assumiu o que me pareceu ser uma suposta metáfora do anel no dedo anelar da mão esquerda. Mas deixou em aberto a possibilidade de nos vermos. Deixou a possibilidade de ainda assim nos vermos. Deu a entender que poderíamos nos ver. Sim. Estou repetindo essa frase, de diversas formas, pra tentar entender. Não estou condenando o que ele e várias outras pessoas fazem. Eu já fiz isso. Mas por quê a gente faz isso mesmo? É possível desejar somente uma pessoa? Por quanto tempo a gente consegue ser fiel? E quando eu estiver comprometida, e aparecer alguém muito, muito atrativo e especial... Eu deveria deixar essa pessoa passar despercebida? Posso não considerar essa "infidelidade especial" como traição? Foi só um deslise necessário, para me fazer perceber o quanto gosto do meu amado/amada? Pequenas traições fortalecem os relacionamentos? Renovam? Ou confundem nossas cabeças padronizadas para a monogamia?

Com certeza quem está lendo minhas baboseiras sobre relacionamento está pensando:
Gata, essas perguntas são velhas...
Gastas...
Desnecessárias...


Porram. Sei não. Acho que vou morrer fazendo essas perguntas...


Reflexão Barata:
Por quê não ficamos solteiros e assumimos a impossibilidade de monogamia?

domingo, 5 de junho de 2011

E você vai levando...

Antes só do que mal acompanhada.
Já dizia a minha vó.
A minha vó, o cara da padaria, o vizinho, a moça que faz minha unha,  minha mãe, o carteiro, os aviões em sinal de fumaça...
Na vida real isso não é tal fácil de ser entendido.

Todo mundo tem medo de ficar sozinho.
Sei que há momentos em que quero o silêncio.
Mas na hora de preencher o vazio, ter um afago ou um beijinho de alguém é bom demais.

Meu maior medo é ter tanto medo de ficar sozinha que terei que me contentar com uma relação "mais ou menos"...
O cara te deixa meio feliz, te acha meio bonita, você acha ele meio interessante... e você vai levando.
Ou o cara é um panaca, te faz mal, é exageradamente ciumento, te humilha, vive brigando, mas o sexo é bom... E você vai levando.

Não me entendam mal. Não busco a perfeição. Essa moça chamada Perfeição pra mim nem existe.
O negócio é que quando a relação tá mais pra "menos" do que "mais ou menos" , é algo pra se preocupar.
E se mexer com seu amor próprio então...

Puta que pariu. Tenho tantas pessoas próximas, que "vão levando" uma relação nada saudável, que queria ter a varinha de condão do Semancol pra fazer Plim! Se manca!

Tá na cara que você tá mal, que o cara te levou todo o brilho dos seus olhos... E você vai levando??

Eu não acredito em carma. Sinto muito.



Reflexão Barata:
O mais ou menos é melhor que nada?